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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Videos do programa Enquete na TV

Entenda como funciona a emenda parlamentar.


Caetano neto fala sobre vereadores, Programa enquete na TV.


Programa Enquete na TV exibido no dia 04/03/2017














Videos do programa Enquete na TV

Programa Enquete na TV exibido no dia 25/03/17

JESUALDO PIRES FALA SOBRE INVESTIDORES EM JI PARANÁ


Programa Enquete na TV exibido no dia 11/03/2017




Videos do programa Enquete na TV

Hugo Araújo, presidente da ACIJIP fala das eleições 2018 para governo de RO

Saiba quem esta na frente nas intenções de votos para o senado de Rondônia 2018.

Programa Enquete na TV exibido no dia 01/04/2017


segunda-feira, 6 de março de 2017

Programa exibido no dia 25 de fevereiro

TV aberta: Rede TV Rondônia, aos sábados 18h.
Abrangência: 36 municípios, 1.2 milhões de pessoas - 87% do Estado


Bloco único

Programa Enquete na TV exibido no dia, 18/02/2017

TV aberta: Rede TV Rondônia, aos sábados 18h.
Abrangência: 36 municípios, 1.2 milhões de pessoas - 87% do Estado



Programa dia 18/02 - parte I


Programa dia 18/02 - parte II

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Programa exibido no dia 11 de fevereiro

TV aberta: Rede TV Rondônia, aos sábados 18h.
Abrangência: 36 municípios, 1.2 milhões de pessoas - 87% do Estado



Programa dia 11/02 - parte I




Programa dia 11/02 - parte II


Programa exibido no dia 04 de fevereiro

TV aberta: Rede TV Rondônia, aos sábados 18h.
Abrangência: 36 municípios, 1.2 milhões de pessoas - 87% do Estado



Programa dia 04/02 - parte I



Programa dia 04/02 - parte II



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Estréia no dia 04 de fevereiro de 2017


Meu gibi do Tex foi devolvido!

Gibi emprestado é devolvido depois de 36 anos

Dejanir Haverroth

Quem disse que não se devolvem livros? Pode ate ser, mas os amigos que comungam a paixão por gibi se respeitam. Essa história teve início no ano de 1980, na área rural do município de Nova Prata do Iguaçú, no Paraná.

Eu e meus irmãos éramos viciados em gibis. Líamos Tex, Zorro, Marvel, Fantasma e as dezenas de personagens da Disney, dentre outros. Eu, particularmente, gostava mais de Tex.

Airton Correia (foto) era um de meus companheiros de aventuras pelas matas, rios e, também, nos debates quentes sobre as façanhas do Ranger mais famoso de todos os tempos, Tex Willer.   

Em 1980/81, Airton mudou-se de Nova Prata com a família. Dois anos depois eu vim para o Norte. Desde então não tive noticias dele nem de sua. Há cerca de dois anos, 2014 mais ou menos, graças à internet, restabelecemos contato. Ele mora em Blumenau/SC, cerca de 3.400 km de onde eu moro – Ji-Paraná/RO.

Hoje, dia 1º de fevereiro de 2017, fui surpreendido pelo meu amigo Airton. Ele me mandou uma foto de um gibi que eu teria emprestado a ele em 1980, e ele se esqueceu de devolver. O gibi ainda está em bom estado, quase 37 anos depois. Eu não lembro de te-lo emprestado, mas, ao ver a foto, me lembrei da capa e do título.

Meu amigo Airton Correia, de Blumenau
Com certeza eu nunca levei em conta os gibis, livros e revistas que emprestei e não recebi de volta. Eu sempre os emprestei depois de ler. A única coisa que senti na ocasião em que o destino nos mandou para caminhos diferentes, foi a falta de meu amigo e companheiro de aventuras. Das espingardas e arco/flechas que fazíamos para brincar nos “potreiros” e nas “canhadas” e “sangas” que cortavam aquele interior paranaense.


A intenção de devolver o gibi do Tex “Ao Sul de Nogales”, lógico, é apenas simbólica. Não coleciono mais gibi há 30 anos. Porém, a intenção de meu amigo de infância em devolver um gibi que eu nunca me importei em emprestar e não rever, me emocionou. Mais gratificante ainda foram as memórias dos melhores tempos de minha infância, trazidas pelas conversas recentes que tive com meu amigo. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Senador Acir Gurgacz se fortalece para 2018

O Senador Acir Gurgacz fecha 2016 com 87% de aprovação e já é favorito na disputa para governo de RO em 2018.

 O senador Acir Gurgacz (PDT), que é considerado no meio político como candidato natural ao governo do Estado em 2018, sai fortalecido das eleições municipais de 2016 e de um ano conturbado na política nacional.
Sob o comando de Gurgacz, o PDT conquistou 8 prefeituras em Rondônia, elegeu 4 vice-prefeitos e deu um salto de 23 para 49 vereadores. Em 2012, os pedetistas tinham conquistado apenas uma prefeitura.
Além disso, Gurgacz realizou alianças estratégicas em diversos municípios e, mesmo onde não obteve êxito com os candidatos do PDT, como em Cacoal, já fechou alianças com os prefeitos eleitos por outros partidos.
A atuação municipalista de Gurgacz é um trunfo importante para seu futuro político e tem agradado prefeitos, vereadores e lideranças empresariais. O mesmo pode-se dizer de sua habilidade para mediar conflitos e negociar com governistas e opositores, tanto no Congresso Nacional como no Palácio do Planalto.
A firmeza nos posicionamentos, a busca de consenso nos projetos de interesse de Rondônia, da Amazônia e do Brasil, e o cumprimento dos acordos fizeram de Gurgacz uma liderança importante no Congresso Nacional, ao ponto de ser apontado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) com um dos “cabeças” do Congresso Nacional.
LIDERANÇA
Desde que chegou ao Senado, em 2009, Gurgacz tem se destacado nas discussões sobre os rumos da política e da economia do Brasil, com atuação forte na agricultura e infraestrutura. Foi relator de Receitas do Orçamento Geral da União de 2012 e 2016, e fez parte do grupo responsável pela análise do PPA-2012/2015 e do PPA 2016-2019.
O senador rondoniense, Líder do PDT no Senador desde 2010, também foi relator setorial de Infraestrutura do Orçamento da União de 2015, além de relator do parecer do Tribunal de Contas da União (TCU) que recomendou a rejeição das contas do governo federal em 2014.
A participação na Comissão Mista de Orçamentos e todas essas relatorias deram uma projeção nacional para o senador Acir Gurgacz, que passou a dialogar com o governo, com a oposição, com todos os partidos e setores da economia para elaborar seus projetos e relatórios.
Gurgacz também foi convidado para participar do Conselho Superior de Economia da FIESP, onde apresentou propostas de geração de receitas para a União a partir da regularização fundiária na Amazônia Legal e em todo o país, sem o aumento de impostos ou a criação de novos, como a CPMF.
O senador Acir Gurgacz participou do Fórum de Agronegócio dos BRICS (bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em Moscou, na Rússia. Também esteve em diversos países da Comunidade Europeia, onde estabeleceu contatos visando a ampliação das exportações da carne de Rondônia, o que se concretizou em novembro desse ano.
Por enquanto, Gurgacz não dá muitos detalhes de seu futuro político, mas diz que será trabalhando por Rondônia. “Eu me tornei político e vim para o Senado para trabalhar por Rondônia e vou continuar trabalhando por Rondônia”, aponta.




Carta aberta ao pelego Zé “Anônimo”

Foto meramente ilustrativa
Nesta ocasião me dirijo a um sujeito que me ataca constantemente em meu blog, de maneira anônima. Eu sei quem é, mas como não posso citar o nome de um “anônimo”, me limito a dizer que ele mantém, também de forma anônima, um blog intitulado “Jornal guarita da liberdade”, com pagina no fecebook.

Como não sou covarde e tudo o que faço eu assino, anonimato para mim é a pior das covardias. Tanto que, quando usado de maneira torpe, torna-se crime pelas leis brasileiras. Antes de continuar, quero dizer que não sou perfeito. Tenho erros inconfessáveis, assim como qualquer outra pessoa em evolução. Mas isso você já disse anonimamente em meu blog. Mas agora vamos falar de você.

Caro Zé “anônimo”, do “Jornal” Guarita da Liberdade. Admiro pessoas que lutam por causas sociais, principalmente os que fazem pela causa, e não por interesses escusos. Claro que não é o seu caso!

Tenho minhas duvidas sobre a sua nobreza. Desde que te conheço, há 30 anos, não consegui ver, até agora, razões para crer em seus discursos de socialismo e liberdade. Aliás, discursos esses que contradizem suas atitudes fascistas. 

Quero parabenizá-lo pelos 17 votos que obteve nas urnas nessa campanha para vereador em Vilhena. Parece pouco 17 votos, mas é muito mais do que você mereceu. Alguém que ataca pessoas sérias de forma covarde e anônima, não deveria se candidatar a cargos públicos. Deveria ficar entocado em lugar escuro e sem espelho, para não ver seu próprio rosto.

Militei na esquerda durante alguns anos, me afastei quando Lula ganhou por considerar a causa ganha. Volto agora, quando a “causa” precisa de mim novamente. Ao contrário de você, que vivia colado em qualquer FDP antes de 2002, e voltou agora, como lacaio-mor de um clã da cidade. Isso se chama “peleguismo”.

Você pode até perguntar: “Como o Dejanir sabe que sou eu a comentar seu blog, já que faço de forma anônima?”. Pois é... até para ser pilantra tem que ter competência. Quando fez alguns dos comentários, seu blog estava aberto. Foi fácil chegar até você.

Para finalizar, quero dizer que continuo te respeitando como pessoa. Sei que você também tem qualidades e, lá no fundo é uma pessoa boa, com alguns valores que admiro. Sei que seus valores mais nobres vão te ajudar a crescer de forma a torna-lo uma pessoa melhor. Afinal, você ainda é um menino, assim como eu sou.

 Mas, sem mágoas. Quando nos encontrarmos, podemos nos cumprimentar, desde que não esteja com seu facão em punho.  

Na gráfica


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Acre - FPA não cresce, mas oposição não se junta

As eleições de 2018 no Acre dependerão de alguns importantes fatores: a união da oposição, o resultado do governo Temer e uma evolução de pensamento.


Dejanir Haverroth

A Frente Popular do Acre (FPA) composta por partidos de esquerda liderada pelo PT completa 24 anos de existência e 18 de “reinado” no Acre. Apesar da estagnação do grupo no Estado, conseqüência desse momento político nacional, o Acre ainda é o principal reduto do PT no Brasil. Para a oposição conquistar espaço em 2018 terá de contar com muita estratégia e um pouco de sorte.

Além do governo, a FPA já teve 17 das 22 prefeituras. Nesta eleição se manteve com 10. Porém, manteve a capital, Rio Branco, que detém cerca de 45% do eleitorado do Estado. O candidato do PT foi eleito em 1º turno em Rio Branco.

A oposição avançou um pouco, mas dividida. O PMDB, o PSDB e o DEM, o PP e o PSD são os principais partidos de oposição, mas seguem caminhos e estratégias diferentes. Não existe, na oposição, um discurso alinhado a um projeto político único. Cada partido tem a sua estrela e força para que brilhe mais que as outras.

Outro fator importante para 2018, não apenas para o Acre, mas para todos os Estados brasileiros, é o resultado do governo Temer. O fracasso já é enunciado, mas é preciso saber como cada um vai usar isso a favor ou contra.

Será que até 2018 o PT conseguirá provar que é vítima? Quem apoiou Temer no período do impeachment ou de seu governo vai conseguir a simpatia dos eleitores ou serão vistos como cúmplices ou traidores? Qual será o partido com maior prestígio em 2018: O PSDB ou o PMDB?
Um dos principais caminhos para o sucesso de 2018 passa pelo coração da juventude. Poucas vezes na história desse país os jovens estiveram tão envolvidos com a política como estão nos últimos tempos.

As medidas de Temer ameaçam o futuro de milhares de jovens das camadas mais pobres, e isso não afeta apenas o PMDB, mas qualquer partido de oposição ao PT. O partido que não se antecipar em melhorar as ações e o discurso com foco na juventude poderá sofrer rejeição nas próximas eleições.

Outro ponto importante:

O Acre é como “um outro país” dentro do Brasil. Sua geografia, sua economia e suas peculiaridades culturais e étnicas fazem com que seja um estado particularmente especial. Apesar do pequeno território, se torna imenso diante de seus obstáculos naturais e sua diversidade e miscigenação. É comum encontrar, no Acre, bons intelectuais, acima da média nacional.


Portanto, para conquistar terreno nas disputas políticas no Acre não é uma tarefa fácil. Requer muito mais que um simples discurso de promessas vãs. Requer uma evolução de pensamento.

Anatomia Política - Novembro de 2016

Dejanir Haverroth

Configuração para 2018 – as eleições municipais sempre foram um trampolim para as eleições gerais. Todas as articulações dos partidos e dos caciques políticos iniciadas há um ano, visam as eleições de 2018. Quem se saiu melhor em Rondônia nessas eleições e poderá se dar bem em 2018?
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O PMDB é sem dúvida o partido mais forte do Estado. Porém, seu desempenho deste ano nas urnas não foi muito bom, e é apenas o começo. A previsão para 2018 não é das melhores. O “desastre enunciado”, chamado Michel Temer, poderá melar os planos dos PMDBistas em Rondônia.
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O PSDB foi o partido que mais cresceu nesta eleição e já pode sonhar em disputar o Governo ou o Senado, com chances de sucesso. Mas em Rondônia o discurso do partido não deverá ter como base o tripúdio sobre o PT. Será um desgaste desnecessário e desperdício de munição. No seu tabuleiro deverá configurar o PMDB, o PDT, o PSB e o PP.
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Quanto ao PT, adversário nacional do PSDB, aqui em Rondônia já chegou no fundo do poço, por isso a tendência é “não piorar”. Na próxima eleição o PT deve recuperar parte de sua força. Qualquer discurso anti-PT em Rondônia em 2018 servirá de combustível para sua revitalização.
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O PDT segue navegando em águas tranqüilas. Elegeu alguns prefeitos em municípios pequenos, mas teve um crescimento. O Senador Acir Gurgacz goza de um bom prestigio junto aos eleitores e deve ser um forte candidato ao governo em 2018.
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O PP e o Senador Ivo Cassol não estão mortos. Se Ivo Cassol conseguir se livrar dos enlaces jurídicos e vier a se candidatar ao governo, ou ao senado, será um dos mais fortes candidatos.
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Apesar de perder a prefeitura da capital, o PSB continua forte. Além do vice-governo, conta com duas prefeituras importantes – Ji-Paraná e Pimenta Bueno.
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O DEM, que estava praticamente morto no Estado, poderá ajudar a dar as cartas nas próximas eleições, já que conta com um deputado de grande prestígio na mídia nacional - Marcos Rogério.
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Porto Velho – a eleição na capital foi a maior surpresa deste ano em RO. Nem as pesquisas conseguiram prever o resultado do primeiro turno. Era dado como certo Léo Moraes e Mauro Nazif no segundo turno. Todos os institutos erraram. Hildon Chaves surpreendeu e chegou em primeiro lugar. Depois disso, o segundo turno foi fácil.
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Jaru – Foi fácil prever a vitória de João Junior, em Jaru. Há um ano ele já configurava nas pesquisas como o favorito. Com a vitória de João, está decretado o fim do império dos Muletas na região.
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Colorado do Oeste – A candidatura, e vitória, do Professor Ribamar em Colorado modifica a configuração do poder naquele município. Com ele, um novo momento de significância ideológica começa a surgir.
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Cerejeiras – Embora seja um município pequeno, com cerca de 10 mil eleitores, Cerejeiras representou a maior derrota do PMDB em Rondônia. O vencedor, Airton Gomes (PP), sofreu uma dura oposição nos últimos quatro anos, além da dificuldade natural de se conduzir um município pequeno em tempos de vacas magras. Seu adversário, Kleber Calisto (PMDB), era tido como o maior líder político daquele município. Airton venceu com 64% dos votos.
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Laerte Gomes – dentre os deputados estaduais, quem melhor se saiu nessa eleição nem sequer concorreu. Laerte Gomes se mostrou um exímio articulador. Conseguiu estender seus tentáculos para oito municípios, dentre eles, Ji-Paraná, o segundo maior do Estado.
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Rolim de Moura – Quem imaginava que Luizão conseguiria se reeleger? Apenas quem acompanhou de perto o desenrolar da campanha conseguiu prever isso. O favorito era o Zé da Jordan (PSL), mas ele tropeçou na sua própria prepotência.  
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Costa Marques – Quase imprevisível também foi a eleição de Mirandão, em Costa Marques. O IRPE também previu com antecedência, mas a assessoria de Jacqueline não acreditava.
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Ariquemes – A eleição em Ariquemes foi pauleira! Thiago Flores “entrou de cara”, mas não ganhou só com a beleza. Também tinha discurso e muito apoio. Só não tinha dinheiro, ao contrario de seu adversário, que gastou muito. 
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Alto Alegre – a participação de Ton Holanda (PT) nas eleições de Alto Alegre foi fundamental para eleger o candidato Marcão (PMDB). Padre Ton, como é conhecido, concorreu como vice na chapa, apesar de ser apontado como favorito numa disputa como cabeça. A estratégia é ficar livre para desenvolver um trabalho estadual junto ao Partido dos Trabalhadores (PT) com vistas às eleições de 2018.
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Vilhena – Uma coisa rara de se ver na política aconteceu em Vilhena. O produtor de ovos Eduardo Japonês era conhecido por apenas 1,5% da população de Vilhena há menos de meses da eleição. Nesse período conseguiu 42,5% dos votos e quase vence a candidata do clã Donadon. Com essa feita, Eduardo se tornou uma das maiores lideranças políticas do município.

Na gráfica


segunda-feira, 23 de maio de 2016

ATIVISMO AGRARIO: Um Brasil que poucos conhecem, mas todos julgam

ATIVISMO AGRARIO:

Um Brasil que poucos conhecem, mas todos julgam



Marginalizado pelas classes dominantes, o ativismo agrário ainda representa uma alternativa popular pela justiça no campo e nas cidades. O ativista Terrinha falou com exclusividade à Revista Enquete.

Por incrível que pareça, a luta por terra ainda é uma necessidade de milhares de famílias em Rondônia, onde existem milhares de hectares de terras públicas devolutas. Os sem-terra e os sem-teto disputam com grandes empresários e fazendeiros um pedaço de terra para viver.
Nesse contexto surgem líderes altruístas e corajosos que se posicionam a favor dos pequenos. Nesta edição conheceremos um ativista agrário que luta há 22 anos pelo direita à terra para os menos favorecidos. Pelo menos quatro mil famílias já foram beneficiadas graças ao ativismo liderado por Irailton Dáurea Souza, 41 anos, conhecido como Terrinha.
Ele não aceita que sua atividade seja chamada de “Grilo” ou “invasão”. O nome certo, segundo Terrinha, é “ocupação”. “Nosso trabalho é organizado e não tomamos nada de ninguém, por isso é justo o nome ocupação”, diz o ativista. Terrinha não age sozinho. Existe uma associação, fundada em Julho de 2015, onde deu suporte ao trabalho de Terrinha - Associação das Chacareiros e Produtores de Hortifrutigranjeiro Adelino Ramos – ACHAR.
As pessoas que acompanham Irailton não tomam posse de terras particulares, exceto em casos onde há negociação entre o proprietário e as famílias de sem-terra, para que o governo faça a devida desapropriação. Esse trabalho de intermediação é feito pela ACHAR. “Não acho justo tantas casa vazias e tantas pessoas sem terra. O Brasil está longe de ter uma reforma agrária justa.”, defende ele.
Cerca de 4 mil famílias já assentadas ou acampadas graças ao esse trabalho de Terrinha e
Entre assentamentos e acampamentos liderados por Terrinha somam 11 em Porto Velho, e 4 em Humaitá/AM.
Para quem pensa que um líder de movimentos se beneficiam com suas ações, Terrinha mora no bairro Areia Branca, Zona Sul, em um terreno que ganhou de sua mãe. O terreno ainda não está legalizado como tantas outras áreas na cidade de Porto Velho. Ele não tem nenhuma área própria, dentre tantas que ocupou.
Os movimentos agrários acreditam que mais de 80% das terras devolutas do Estado de Rondônia estão não mãos de poucas pessoas ricas, empresários, políticos ou fazendeiros, muitas vezes com documentação em nome de laranjas e a conivência de órgãos que deveriam proteger o patrimônio e fazer justiça. “Ocupamos terras e distribuímos às pessoas, enquanto os poderosos ocupam terras devolutas para tornar-se mais ricos ainda.”, protesta.

A ACHAR tem o apoio de outros movimentos sociais ligados aos Sem Tetos, Sem Terras e outros – que ele prefere não citar. A prefeitura de Porto Velho também tem dado o apoio ao movimento,


Quem é Terrinha?

Irailton Dáurea Souza nasceu em Porto Velho no ano de 1975. É filho de agricultores sem-terra e sem-teto. Desde a infância se deparou com a falta de uma casa para morar. Sua família não tinha casa, mas ele via as pessoas morando bem. Então começou a observar que outras pessoas também viviam na mesma situação de sua família.
Quando tinha 11 anos Irailton conheceu Raquel Candido, que mais tarde foi deputada federal por Rondônia. Raquel ofereceu um terreno para a sua mãe, e falou das injustiças sociais e de tanta terra que o Estado de Rondônia tem e das pessoas que não tem onde morar. Ali nasceu o seu desejo de lutar pelos desabrigados.
Durante a sua adolescência ele acompanhou a luta de algumas pessoas por terra para plantar e terrenos urbanos para moradia. Com 18 anos de idade iniciou sua militância nos movimentos sociais que tratavam de busca de terra. Estava decidido que esta seria a sua missão na vida.


Dona Rosana e André, chácara no Assentamento Adelino Ramos. No final da tarde eles tomam café no meio do mandiocal. Eles ganharam a chácara há cerca de quatro anos.



Anatomia Política - 20 de maio de 2016

Dejanir Haverroth
Os brasileiros assistiram de camarote a maior encenação teatral no Brasil dos últimos tempos – a votação do impeachment no congresso nacional (Câmara e Senado). O pior é que muitos aplaudiram, teleguiados pela mídia de massa. Entre as cenas mais bizarras do episódio macabro da história de nossa democracia, está a figura do deputado de Rondônia Lindomar Garçom. Foi trágico e ao mesmo tempo cômico. Durante todo o tempo da votação na câmara foi possível ver a cara de suricato do Garçom procurando as lentes das câmeras. Foi motivo de chacota no Brasil e no exterior. Um mico em cadeia mundial.
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Os rumos da disputa para a prefeitura de Porto Velho ainda é uma incógnita até para os mais experientes analistas. Quem liderava as pesquisas no final do ano passado era a Mariana Carvalho. Mas ela diz que não será candidata. Segundo ela própria, estaria morando em São Paulo e ocupada com os estudos. Mesmo dizendo que está fora do páreo, a jovem deputada está “apanhando” nas redes sociais. Os prefeitos da região querem saber onde estão as emendas de recursos que ela prometeu.
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Outro “prefeitável” de Porto Velho que está “apanhando” é o deputado Ribamar Araújo. Ele se aproveitou da “janela” e trocou o PT pelo PR. Acontece que sua base eleitoral é (era) o Partido dos Trabalhadores, e a “petezada” não aceita traidores e pelegos. Esses são os adjetivos atribuídos a ele pelos seus ex-companheiros.  Ele terá que formar outra base se quiser permanecer com mandato na política. Os vereadores Wildes e Bengala, que seguiram o deputado, podem não se reeleger.
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Em Ariquemes a disputa maior nesse período de pré-campanha é nos bastidores. No PMDB, com a chegada de Tiziu Jidalias, as cartas foram reembaralhadas. O Delegado Thiago Flores seria o candidato mais forte do partido, mas Tiziu está bem articulado e tem o apoio do Deputado Adelino Follador (DEM). Ainda existe uma corrente do PMDB que defende a união do partido com o atual prefeito, Lourival Amorim. Do outro lado, livre dessa queda de braço, está a ex-prefeita Daniela Amorim como principal adversária de oposição.
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Em Ji-Paraná a disputa ficará entre o PDT, PMDB e PSDB. A julgar pelo grupo, o PDT de Marcito Pinto deve sair mais forte para a disputa. Ele conta com a força dos Gurgacz e do PSB de Jesualdo Pires. A julgar pela popularidade, qualquer um dos candidatos pode ser eleito: Solange Pereira, Alexandre do Hotel, Marcito Pinto ou até mesmo o recém chegado Laerte Gomes, deputado e ex-prefeito de Alvorada.
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Em Vilhena, a chegada do Japonês da Granja como a alternativa que faltava para o grupo que se opões aos Donadon causou alvoroço. O produtor de ovos Eduardo da Granja surpreendeu no momento que colocou seu nome a apreciação popular, no início do mês de maio. Ele é filiado ao PV e tem o apoio do Deputado Luizinho Goebel. Em torno de sua pré-candidatura já existem cerca de 15 partidos aliados.
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O PMDB nacional vai apanhar feito burro de carroça nos próximos meses. Mas em Rondônia a situação é diferente. Com a habilidade política do Senador Valdir Raupp e seus companheiros Dr. Lenzi e Tomaz Correia, o partido aproveitou a “janela partidária” do mês de março e multiplicou forças. Trouxe para o partido várias lideranças políticas de peso no Estado. Entre eles o Presidente da Assembleia legislativa (ALE), Maurão de Carvalho, os deputados Lebrão e Glaucione, os prefeitos Lebrinha e Alex Testone, dentre outros nomes fortes.
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Por que sou contra o impeachment?

Muitos me perguntam o porquê de eu defender o governo Dilma nas redes sociais (eles entendem que, por eu ser um profissional dos bastidores da política, deveria ficar neutro e “puxar o saco” de todos). Eu respondo o seguinte. “Não sou pelego e não serei covarde nesse momento em que a nossa democracia mais precisa. Consigo ver além do que a grande mídia se interessa em mostrar e sei que a história vai me dar razão.

Não quero que, no futuro, quando meus netos lerem esse capítulo negro de nossa história e tomarem conhecimento do grande equívoco cometido por nossa justiça, pelos representantes políticos e pela mídia, me vejam como um traidor da pátria, um pelego. Tenho, como profissional da comunicação e da política, a obrigação de entender o momento e me posicionar com ética e sabedoria. Considero esse impeachment um golpe contra a democracia!


Porém, sou um profissional com ética e compromisso com meus clientes. Consigo separar a minha ideologia política do meu trabalho. Oriento com facilidade e lealdade qualquer político que me contrate, independentemente de partido. Isso eu sempre fiz, inclusive nesse momento turbulento. Não há conflitos de identidade - quando sou profissional lanço mão das técnicas, das ferramentas, da verdade do cliente e da minha ética; enquanto cidadão, não abro mão de minhas verdades, meus valores e minha ideologia.

sábado, 5 de março de 2016

Terapeuta Holística Alemã visita Chico Território

Em sua vista à Amazônia, a alemã Daniela Enners fez questão de conhecer o lendário Chico Território, em Costa Marques/RO. A terapeuta holística domina diversas técnicas que utilizam a energia quântica como ferramenta de cura física, emocional e espiritual, e ficou encantada com a história do “mago” do Guaporé.
Chico Território é uma lenda viva na região do Vale do Guaporé e na Amazônia brasileira. A história de Chico é muito bonita, digna de um livro sobre as belezas e magias da Amazônia. Nasceu em 1953 e desde menino ele acompanhava a vó em suas missões de curandeira em um tempo em que não existia medicina nessas paragens. Mais tarde tornou-se o parteiro, o médico, o bioquímico e o farmacêutico dos caboclos. Além disso, foi o conselheiro e o psicólogo para muitas pessoas.
Para os estudiosos e espiritualistas, esse poder de identificar as doenças e as suas causas, não se trata apenas de conhecimento. Trata-se de dom. Ao ser interrogado sobre a sua técnica de diagnosticar e tratar doenças, Chico Território diz que não há uma técnica, e sim um “mover de energia”.
“Eu crio uma conexão com a pessoa doente e sinto, através de sua energia, a origem da doença. A maioria das vezes está relacionada ao nível de sua energia psíquica emocional ou mesmo espiritual”, afirma Chico.
Quando se estuda física quântica como uma das mais modernas e poderosas ciências, muitos consideram essa energia a própria “Energia de Deus”. Diante disso pode-se entender o quanto o povo da região do Vale do Guaporé se beneficia com esse poder Divino, através de pessoas como o Chico Território.
Daniela Enners esteve acompanhada de outros dois terapeutas holísticos, Dejanir Haverroth e Claudete Debarba, ambos de Ji-Paraná. A alemã ficou impressionada com a força de Chico Território. “Quando ele falava de sua vida fiquei encantada. Eu senti que ele tem um amor muito grande pelas pessoas. É como um pai na hora de ajudar um filho. É dono e uma grande força e tem uma missão divina neste mundo. Parece um menino, mas tem uma importante missão na vida. Tomara que ele faça discípulos e não deixe o risco desse grande conhecimento e o seu dom se perder.”, disse Daniela. 


domingo, 21 de fevereiro de 2016

Coach Político é Personalidade em Evidência.

Tive a honra de ser homenageado pelo colunista Valdeci Tergon e pelo Dr Hollywood, com o prêmio Personalidade em Evidência, na noite de ontem (20/02), em Vilhena. 
A homenagem se deu pelo pioneirismo em Rondônia com Coaching Político e o uso sistemático de ferramentas de PNL (Programação Neurolinguística) na comunicação social e na política. 
Gratidão!!





GRUPO DO WATSAPP CRIA ESTATUTO


Pode parecer brincadeira, e é!
O grupo do Instituto Haverroth (IHPEC), criado no WatsApp para promover debate político criou um pequeno estatuto, com regras simples e objetivas, para pautar a conduta dos membros no grupo.
Apesar de ser uma brincadeira, o estatuto está sendo adotado pelo grupo. 
Como princípio da legalidade, segue publicação do estatuto no edital abaixo.



Edital IHPEC 001

ESTATUTO DO GRUPO IHPEC

ARTIGO 1º  - DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO
O Grupo Social do WatsApp “Instituto Haverroth”, designada, simplesmente,  como IHPEC, fundado em 27/01/2015, com sede e foro único, móvel e volátil, é um grupo de pessoas inteligentes e politizadas, constituída por tempo indeterminado, sem fins econômicos, de caráter intelectualmente enriquecedor, filantrópico, assistencial, promocional, recreativo, educacional e filosófico, sem cunho político ou partidário, com a finalidade de promover debates políticos em qualquer área ou nível, podendo estender para assuntos diversos, como vinhos, amores, musicas, artes, cinema, antropologia e astrologia, independente de ideologia, classe social, nacionalidade,  sexo, raça, cor ou crença religiosa.

ARTIGO 2º - EM QUAIS NÍVEIS NEUROLÓGICOS OS DEBATES DEVERÃO OCORRER:
I – AMBIENTE: partidos políticos, poderes constituídos, esferas administrativas, geopolíticos, sociais e econômicos, etc.;
II – COMPORTAMENTO – ações, omissões, posturas, posicionamentos, etc.;
III – COMPETÊNCIAS – prerrogativas, erros, acertos, capacidades, estratégias, atc.;
IV – CRENÇAS E VALORES – ideologias, gostos, paixões, rejeições, conceitos.

ARTIGO 3º - OS DEBATES NÃO PODERÃO ENTRAR, DE FORMA OBJETIVA, NOS SEGUINTES NÍVEIS NEUROLÓGICOS, POR SE TRATAR DE NÍVEIS PESSOAIS, RELATIVAMENTE INCONSCIENTES E TOTALMENTE SUBJETIVOS:
I – IDENTIDADE – denominar pessoas com base em um conceito, estigmatizar, segregar, classificar;
II – MISSÃO – o sentido da vida, a razão que justifica sua existência, legado;
III – ESPIRITUALIDADE – conexão com a Força Superior.

ARTIGO 4º - SÃO DIREITOS DO MEMBROS:
I – participar de todo ou qualquer debate em andamento:
1 – expressando sua opinião;
2 – perguntando;
3 – postando um link, fotos ou vídeos.
II – iniciar debates:
1 – fazendo uma pergunta;
2 – lançando uma opinião;
3 – trazendo um tema;
4 – postando um link, foto ou vídeo.
III – postar link, fotos ou vídeo que julgar de interesse dos membros do grupo.
IV – dizer bom dia, boa tarde e boa noite, ou qualquer outra saudação que possa fazer bem a ele e aos outros.
V – fazer elogios sinceros a pessoas ou ações de dentro ou fora do grupo.

ARTIGO 5º - SÃO DEVERES DO MEMBROS:
I – tratar com respeito e dignidade os demais membros do grupo, independente de credo, cor, opção sexual, nacionalidade, partido ou ideologia política;
II – zelar pelo nível das postagens e debates.

ARTIGO 6º - É PASSIVO DE PUNIÇÃO E SERÁ LEVADO AO CONSELHO DE ÉTICA O MEMBRO QUE:
I – atacar a identidade moral, sexual, racial ou religiosa de outro membro do grupo;
II – usar termos pejorativos ao se referir a identidade, missão ou espiritualidade de outro membro.

ARTIGO 7º - DA DENÚNCIA:
Qualquer membro que se sentir ofendido devera acionar o Conselho de Ética e pedir providências.

ARTIGO 8º - DO JULGAMENTO:
O julgamento será imediato, tão logo 3/5 do Conselho de Ética se manifeste. Se for julgada procedente a queixa, e a maioria do Conselho de Ética considerar que a postura do denunciado fere este estatuto, a sentença deverá ser dada imediatamente.

ARTIGO 9º - DA PENA:
Todo membro que for considerado culpado de infringir as regras do grupo poderá receber uma pena de suspensão (exclusão) de 01 (uma) hora a 10 dias. Em caso de reincidência no prazo de uma semana, a pena poderá ser dobrada. Se o membro punido por duas vezes persistir no mau comportamento, em menos de 15 dias após a última punição, poderá ser excluído permanentemente.
  
PARÁGRAFO ÚNICO:
Apenas os membros do Conselho de Ética poderão excluir membros deste grupo.

ARTIGO 10º - DAS PRERROGATIVAS DOS MEMBROS ADMINISTRADORES (exceto os membros do Conselho de Ética):
Aos membros administradores cabe somente adicionar novos membros, observando os critérios do interesse e aceitação das regras.

ARTIGO 11º - DAS PRERROGATIVAS DOS MEMBROS DO CONSELHO DE ÉTICA:
Zelar pelos direitos dos membros do grupo, com base nos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade; julgar e punir aos que não respeitarem as regras.

Publique-se, cumpra-se

Ji-Paraná, 20/02/2016


Dejanir Haverroth – membro fundador